Francisco Beltrão, PR (05/03/2010) – Neste sábado, dia 6, Luciana Rafagnin e Gleisi Hoffmann participam de atividades comemorativas ao Dia Internacional da Mulher (8 de Março) nos municípios de Coronel Vivida, Itapejara d’Oeste, Renascença, Capanema e Bela Vista da Caroba, todos na região Sudoeste do Paraná. Elas querem atrair mais mulheres para a política e incentivar também que elas ampliem seu poder de decisão nos demais espaços da sociedade, como em casa, na comunidade em que vivem, nos conselhos públicos e no mercado de trabalho. É tradicional a organização de mulheres na região e as comemorações são atividades organizadas pelas administrações municipais em parceria com os movimentos sociais, que duram muitas vezes o dia todo e reúnem milhares de pessoas. “Sempre que venho para o Sudoeste, percebo a força da organização popular e do trabalho coletivo que faz melhorar a cada passo a vida em sociedade”, comenta Gleisi. Nessas comemorações acontecem homenagens, atividades culturais e de lazer e palestras sobre temas relacionados à qualidade de vida e valorização da mulher. Gleisi informa ainda que a representação das mulheres no parlamento paranaense está abaixo da média nacional. “Temos quatro deputadas entre 50 deputados, ou seja, 7,4% de participação. Na Câmara Federal é um pouco maior (8,77%) e no Senado chega a 13,5% de participação”, diz.
A cada passo, uma conquista!
Este ano, o Sudoeste tem um motivo a mais para comemorar o dia internacional da mulher. A deputada Luciana explica que o Hospital Regional Walter Alberto Pécoits, obra do governo do estado, inaugurado na semana passada em Francisco Beltrão pelo governador Roberto Requião, é uma conquista que foi semeada há quase duas décadas e justamente pelas mãos da organização sindical das mulheres agricultoras. “Desde então, todos os anos, no 8 de Março, as agricultoras do Sudoeste defenderam, como prioridade de política de saúde, a criação do hospital público regional”, lembra Luciana. Outras conquistas importantes para a luta das organizações de mulheres do Sudoeste, especialmente das agricultoras, foram a aposentadoria de trabalhadora rural, o programa de habitação rural e também os programas de moradia urbana como o ‘Minha Casa, Minha Vida’ e os loteamentos promovidos pelas cooperativas de habitação urbana, além da ampliação da licença-maternidade para seis meses às servidoras estaduais e às trabalhadoras da iniciativa privada pelo programa “Empresa Cidadã”.
Para a deputada, um dos desafios que as mulheres têm pela frente é o da regulamentação da aposentadoria das donas de casa de baixa renda ou sem renda como seguradas especiais. “Este ano vivemos também uma situação inédita, com as eleições presidenciais, quando temos mulheres com capacidade reais de disputa. É o caso da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, que está em segundo lugar nas pesquisas para a sucessão do Presidente Lula e deve, nas próximas pesquisas, avançar ainda mais a ponto de ultrapassar o primeiro colocado de agora. Isso é muito animador”, conclui.
Contatos: Deputada Luciana Rafagnin (PT) – (41) 3350-4087 / 3350-4249 / Em Francisco Beltrão: (46) 3524-0939. Assessoria de Comunicação: Thea Tavares (MTb 3207/PR).